João Adolfo Guerreiro
Descobrindo a verdade/ sem medo de viver/ A liberdade de escolha/ é a fé que faz crescer.
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Meu Diário
04/05/2021 15h26
Joana vacinada, seu Pedro imunizado!

São 15h20 min e a Joana acaba de ser vacinada em primeira dose, na cota das grávidas. No sábado passado, dia 1º, fez 15 dias que o meu sogro foi vacinado com a segunda dose da CronaVac e, portanto, está imunizado contra a Covid-19. Domingo, Dia das Mães, minha sogra também estará imunizada. Agradecer a Deus e à ciência.

BEATRIZ - Hoje a Joana soube que espera uma menina e disse que o nome será Beatriz. Uau, coisa boa! Enfim, a Gláucia BEATRIZ estará parcialmente redimida - era o nome que eu quis botar na Joana, mas a Rosilane não gostou.

VACINA (adendo) - Hoje recebi uma ligação da nova diretora da penitenciária, Liziane Vezzosi, que substituiu o Ben Hur - uma pessoa a quem devo muito. Ligou-me às 19h39min, muito atenciosa, para me convocar a tomar vacina amanhã, lá, às 09h30min. Enfim, após 14 meses e 10 dias, sairei pelo portão da casa para ir a um lugar, o mesmo onde estive pela última vez, em 24 de março de 2020. Dá um nervoso, claro, após tanto tempo em isolamento social, mas ser vacinado em primeira dose não é um desafio nesse momento, é uma benção e um privilégio, acima de tudo. Seria igualmente vacinado daqui uns dias no posto por ser diabético, mas Deus quis que seja assim. Que assim seja. Obrigado Deus, obrigado ciência, inspiração divina ao intelecto humano.

 

Publicado por João Adolfo Guerreiro
em 04/05/2021 às 15h26
 
27/04/2021 08h22
Rosilane vacinada!

Ontem a Rosilane, como profissional da Saúde (psicóloga), foi se vacinar no posto central de Charqueadas, às 15h15min. A Joana foi com ela e passou a manhã conosco e almoçou aqui, junto com o Jessé. Muito feliz! Daqui há noventa dias ela fará a segunda dose. Meus pais e a Rosi em primeira dose e meus sogros, a tia Dione e uma porção de conhecidos em segunda. Muito feliz, obrigado Deus.

Todavia, ontem foi um dia intenso...

Pela manhã minha sogra veio dizer que a Élida Canto (foto abaixo) morreu. Estava internada com Covid-19, intubada. Técnica de enfermagem aposentada, trabalhou lá na PMEC. Gente boa, conversava com ela quando lá no serviço. Estava rezando diariamente por sua recuperação. Fiquei muito abatido. Como ficarão sua mãe e seus dois filhos adotivos? Ela pegou Covid-19 cuidando do irmão dela, que também faleceu. Que tragédia. Deus a receba.

Ontem, também a X veio aqui em casa nos dizer que testou positivo para Covid-19 no final de fevereiro. Disse que seu chefe ligou ontem para dizer que um exame de sangue que eles e um outro funcionário de seu setor fizeram deu positivo. O caso foi o seguinte: na primeira semana de fevereiro foi no setor deles uma senhora que tossia, dizendo que isso era tosse de fumante que ela tinha. Fizeram o exame no final do mês e depois, como veio a bandeira preta, ela ficou em casa e não se falaram mais. Agora ele viajou para a localidade em que a senhora morava e descobriu que ela morrera de Covid-19. Então foi conferir o que os exames haviam dado e foi informado que os três testaram positivo. Ainda bem que ela ficou assintomática e ainda bem que, aqui em casa, seguimos rigorasamente todos os protocolos de isolamento e distanciamento social, recebendo TODAS as pessoas sempre no pátio, com máscara, e a uma distância mínima de três metros.

 

Publicado por João Adolfo Guerreiro
em 27/04/2021 às 08h22
 
24/04/2021 16h27
395 dias de isolamento social

A última vez que saí de casa foi em 24 de março do ano passado, numa terça-feira. Fui no serviço levar um atestado, sou grupo de risco, diabético. Havia trabalhado dia 20. São 399 dias em casa, 395 em isolamento total. É o jeito.

A mãe está no hospital desde o sábado anterior ao Domingo de Ramos. Na segunda-feira (hoje é sábado) deve ter alta. Venho falando com ela pelo telefone, está fraca, mas lúcida. Ontem a Joana esteve aqui em casa (foto acima), tão linda de cabelo cortado curto. Desde o Domingo de Páscoa (4 de abril) que ela não vinha, pois está grávida há três meses e fica em casa. Hoje passou aqui rápido, sem entrar,  só pra trazer uma gatinha para a gente, lá da sogra dela, dona Cleusa. Toda preta (foto abaixo), chamamos ela de Eva, pois hoje minha sogra, Eva Maria, foi se vacinar às 10h, mesmo horário em que a Joana a trouxe. Dia bom, lá pelo dia 9 de maio a sogra já vai estar com a imunidade da CoronaVac estabelicida. Graças  a Deus!

Na sexta-feira, dia 16 de abril, às 15h, meu sogro Pedro Noé (foto abaixo, *1) tomou a segunda dose, também CoronaVac, estará imune dia 1º de maio - a tia Dione também, no mesmo dia, às 10h. Meu pai foi a Oxford, tomará a segunda dose dia 2 de junho - falo com ele duas vezes por dia, ao telefone. Minha mãe tomará a segunda dose CoronaVac quando voltar do hospital. Os amigos da "Confraria do Jornal com Café-preto e Pastel, Sem Carro", que está em stand by devido à pendemia, Daltro Ferraz e Sérgio Oliveira, já se vacinaram em segunda dose também. Até o dia 8 de maio estarão imunizados. Um colega de serviço, Edson, que estava mal de Covid-19 no hospital há dias, se recuperou, graças aos profissionais de saúde, à ciência e aos médicos. Estou rezando, dentre outros, pela Élida, uma enfermeira que trabalhou lá no serviço, também hospitalizada e intubada por Covid-19.

(*1) - Foto tirada pelo Pedro, meu cunhado mais novo. Ele foi todas as vezes que os pais dele se vacinaram e tirou foto, sempre. 

Publicado por João Adolfo Guerreiro
em 24/04/2021 às 16h27
 
22/03/2021 00h02
365 dias de isolamento social

Estamos nos primeiros minutos de 22 de março de 2021. Ontem, domingo, 21 de março, completamos um ano de isolamento social. Momento difícil, tão maior do que todos nós.

Centenas de milhares de mortos, evitáveis, se houvesse prioridade para a vida e não para a economia. Deveriamos estar fazendo uma economia de guerra, mantendo as pessoas dos grupos de risco e dos serviços não essenciais em casa, com um fundo tirado de quem ganha mais e de quem lucra mais. Todo mundo vivendo com pouco, mas vivendo, economia de guerra pela vida.

Pai, 84 anos, vacinado na primeira dose, dia 2 de março, com a Oxford. Sogro (76) e tia Dione (75) vacinados na sexta, 19, com a CoronaVac. Mãe ainda no hospital (não por Covid-19) e filha grávida de 11 semanas. Assei esses espetinhos de carne de gado para o almoço. Comemoração? Sim e não. Sim pela vida, minha e dos meus familiares e maioria dos amigos, colegas e vizinhos; não, pela dor da perda e da enfermidade de muitos, tantos, inclusive colegas, amigos e conhecidos.

Um ano depois, aprendemos a lidar melhor com o problema, sabemos do que se trata, o que não acontecia há 12 meses. Mesmo a situação estando bem pior, o Brasil à beira do caos de mortes e de hospitais colapsados, o horror batendo a porta. Uma catástrofe humana se insinua e já acontece, enquanto as vacinas, a solução que já existe, ainda não chega em número suficiente  por inépcia e miopia ideológica de um governo criminosos apoiado por cúmplices. Até quanto e quando vai? Sei lá! O que acontecerá? Não sabemos. Só sabemos que Deus está conosco e que a ciência obra possibilidades benfazejas. Graças!

Sábado liguei para a Ana e domingo para a prima Araci, cuidadoras da mãe. Não consegui falar com ela, está muito fraca, disseram. Hoje às oito da manhã ligo de novo, vamos ver. O pai esteve abatido nos últimos dias, está sendo tudo tão difícil para ele. Na noite de ontem me ligou e desabafou, pareceu melhor. Liguei para o Vinícius domingo e parabenizei ele e a Luma pelo níver deles, dia 18.

Assim vamos, assim vou. Tiramos a foto abaixo na tarde do domingo. Fiz a barba, depois de umas seis semanas, e coloquei a camiseta com a foto dos 15 anos da Joana, que está na casa dela, isolada. Falei com ela pelo messenger, amenidades.

Agradecidos pela saúde, pela vida e pelo amor. Agente vai levando. "V" de vida e de Vacina. 

Publicado por João Adolfo Guerreiro
em 22/03/2021 às 00h02
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