Faz tanto tempo que eu nem sei mais o que dizer. Tanto tempo, tanto tempo, tanto faz! Qual é o recado? Não sei, simplesmente não sei. Palavras são joias preciosas que, escritas, são polidas. O recado foi dado. Foi entendido?
Há meses não aparecia por aqui. Nesta sexta-feira choveu e não fez calor. Salve! Em outubro nasceu minha segunda neta, Ana Maria.

Reunião hoje, na lancheria do Henrique e da Jake, no Parcão. Fomos eu, Mendes, Elizabeth, Joana, Rosi e a Jake.
Ontem à noite, no segundo aniversário do CLC, tivemos 15 pessoas na reunião mensal na Biblioteca Pública Municipal Profª Vera Mª Gauss, nosso recorde. A Beatriz, assim como teve em nossa primeira reunião (imagem acima, no meu colo), esteve ontem (imagem abaixo, de coelhinha da Páscoa). Dormiu de novo, eh eh eh eh. Iniciamos em 18 de abril de 2023, ideia das queridas Carina Pahim e Inês Borne (foto abaixo).
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Ontem fez dois anos da morte do pai. Na sexta, 29, fizemos a missa. Fomos a Emília, eu, a tia Nara, o Gilmar e a Isabella (berço) - na foto -, mais o Jefferson da Angela, a Paula, a Betina e a Débora. A missa foi às 18 horas na igreja Cristo Rei (Charqueadas, avenida Cruz de Malta), ministrada pelo padre Geneu. A Joana estava com pressão alta e a Rosilane ficou com ela.
É a última vez que farei publicações sobre o falecimento de meus pais. Tive a intuição que é hora de virar essa página para o mundo, mantendo-a aberta somente em meu coração. Assim farei.
