Uma grande noite na sexta, dia 28, no Restaurante e Pizzaria Muralha São Jerônimo, curtindo o show de início da turnê do cantor e compositor Luciano Belgrado na Região Carbonífera.
Luciano, além de seu tradicional repertório pop rock internacional, brindou os presentes com canções prórpias. Tudo o que ouvi de seu material autoral gostei, letras e músicas. Principalmente Canção do Mar, uma canção antiga dele, muito boa. Um grande talento.
Canção do Mar: http://www.souzaguerreiro.com/audio.php?cod=5961
Quinta-feira, 27, na Arena, 21h45min, assistindo o jogo com amigos. "Qua a vida pode ser maravilhosa" - Ivan Lins.

Cerca de 500 pessoas caminharam da Prefeitura até o Clube Tiradentes, às 15 horas, onde realizaram um ato público contra as reformas previdenciária e trabalhista e a terceirização. Dentre os presentes, lideranças políticas, sindicais, trabalhadores em educação, segurança pública, minieração, metalurgia, Corsan e estudantes. O ato encerrou às 17 horas.
O ato foi convocado pela Frente de Luta contra a Reforma da Previdência da Câmara de Vereadores e pelo movimento Charqueadas Contra as Reformas, composto por entidades sindicais.



Pela manhã, manifestantes sindicais pararam por cerca de 40 minutos o trânsito na ERS 401 e a entrada da empresa Gerdau, em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária e a terceirização. À tarde, 15 horas, farão ato público em frente à Prefeitura.
1977 foi um ano muito importante para mim, em termos futebolísticos. Foi quando eu comecei a companhar futebol e optei pelo Grêmio, que, naquele ano, foi campeão Gaúcho e interrompeu uma série de oito títulos consecutivos do Inter. E, também, foi o ano em que o Corinthians foi campeão depois de um jejum de 23 anos. Pela semelhança da situação dos dois clubes, esses fatos ficaram guardados em minha memória. Vou falar um pouco sobre o segundo.
Os corinthianos estavam desesperados por um título, após 23 anos de seca total. O presidente, o folclórico e inesquecível Vicente Matheus, fazia de tudo para que, naquele 1977, o Curingão desse uma alegria para a fiel. No ano anterior, o Corinthians chegara à final do Brasileiro, mas foi superado pelo grande time que o Internacional RS possuía, por 2x0.
Agora, era a final do Paulista, contra a Ponte Preta, de Campinas. Timaço, naqueles tempos. Também decidiria o paulista de 1979 com o mesmo Corinthians e fez uma semifinal do Brasileiro de 1981 com o Grêmio, para vocês terem uma ideia do que era a Ponte nos anos 1970: uma força inconteste e temida do futebol brasileiro. Tal qual o seu grande rival campinense Guarani, campeão Brasileiro de 1978. Outros tempos, como cantou Alberto André.
Para encurtar a história, foram necessários três jogos para definir o campeão. os estaduais eram definidos no final do ano e o jogo ocorreu em outubro. Lembro, de cabeça, do grande camisa 10 Dicá, da Ponte. baita jogador. E do Basílio, do Corinthians, que fez o suado gol corinthiano na terceira partida, dando o título ao clube. Sabe, foi muito emocionante acompanhar aquilo, os caras estavam muito loucos e desesperados por um título. Nunca esqueço.
Agora, 40 anos depois, a história se repete. Torci para o Corinthians, á época. Torcerei hoje para a Ponte, pois o clube, fundado em 1900, não sei se vocês sabem, NUNCA foi campeão estadual ou nacional. Foi a equipe que mais jogadores forneceu para a Seleção Brasileira e que, junto com Vasco da Gama e Bangu, nunca praticou qualquer forma de preconceito racial. O primeiro jogador negro a defender um clube de futebol brasileiro foi na Ponte Preta.