João Adolfo Guerreiro

Descobrindo a verdade/ sem medo de viver/ A liberdade de escolha/ é a fé que faz crescer.

Meu Diário
02/05/2020 13h08
Quarenta dias redondos de quarentena, amanhã

Amanhã, dia 3, farão exatos quarenta dias que não coloco o pé pra fora do portão de casa, desde o dia 25 de março. Pra ser bem sincero, ontem saí na calçada para colocar o saco de lixo na rua, mas creio que calçada não conta. Desde o dia 21 de março estou em isolamento social, devido à pandemia, mas dia 24 fui no serviço levar um atestado. Deppois de amanhã, dia 4, fará também 45 dias, portanto, que estou em isolamento, no total. Hoje, domingo, eu e minha esposa fizemos um churrasco, tipo espetinho, para comemorar. Gravamos um vídeo e mandamos pra minha filha Joana, cunhado mais novo Pedro e minha irmã, Emília. Nele, disse o que mais me alegrava: passar a Páscoa e o Dia do Trabalhador e todos na família estar saudáveis.

Minha mãe (foto acima, em sua casa, na sexta-feira) teve recaída quinta-feira de sua infecção na bexiga, mas está sendo tratada em casa e não precisará ir ao hospital. Graças a Deus e a dra Rosangela Dornelles,


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 02/05/2020 às 13h08
 
28/04/2020 03h43
Viver

Quinze pras quatro da matina e ainda estou acordado, então me deu vontade de vir aqui escrever. Essa foto é de uns anos atrás, de dezembro de 2013, se não me falha a memória. Numa pizzaria aqui em Charqueadas, com o pessoal que fazia uma pós graduação no IFSul da cidade. Legal aquela turma. Escrevo sobre eles só porque fui na área de trabalho ver se tinha uma foto lá pra ilustar essa postagem e achei ela. Daí lembrei.

Tô meio parecido com o Frejat, do Barão Vermelho, né? Tipo assim, dou os ares. O que eu toquei naquele dia, puxa vida? Não lembro, mas sei que foi um bom número de canções, que só eu tocava do pessoal que foi. Eu tinha 45 naquela época. Ainda não estava diabético, estava ficando. É, foi bem por esse tempo, no ano seguinte. Lembrei agora, também. Não, errado, foi em 2015 que fiquei diabético, tenho os exames, olhei eles esses dias, para conferir.

Sobre o que eu vim escrever, mesmo? Ah, sei lá. Tava navegando pelo Recanto, revendo uns colegas recantistas de longa data, curtindo a madruga, alma leve e deu vontade de escrever. Ah, ia fazer um poema de improviso! Coisa boa. A vida é bela. É uma canção numa pizzaria com os amigos. 2012 e 2013 foram anos muito bons na minha vida, que tem sido muito boa, no geral. "Viver, e não ter a vergonha de ser feliz" - essa eu sei que não cantei naquela noite, mas canto agora, mentalmente.

Vou nessa. Um abração para todos e boa terça-feira.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 28/04/2020 às 03h43
 
25/04/2020 23h45
5.113 dias de Recanto das Letras

Hoje completei 14 anos no Recanto. Uau syl, é tempo! Escrevi uma crônica comemorativa à data (https://souzaguerreiro.com/visualizar.php?idt=6928561). Nela, falei dos 861 textos publicados. Aqui, tratarei de minhas publicações aqui no "Meu Diário" e nos "Áudios.

Em primeiro lugar, neste Diário foram 591 publicações (um texto a cada oito dias e meio) com 37.254 leituras, o que dá uma média de 63 leituras por postagem - lá nos textos a média é 180. Pouco, mas para mim tá mais do que ótimo, esse Diário até supera as minhas expectativas, eis que o escrevo para registro pessoal mesmo. A postagem mais lida aqui, com 768 acessos, foi "Cauby teve uma namorada em Charqueadas" (17.05.16). Aliás, as postagens sobre a minha cidade são as mais conferidas, até porque essas eu compartilho no Facebook, vez ou outra: "A noite em que o CTG Ramiro Barcellos desabou" (459 - 30. 01.16), "Servidores estaduais realizam protestos em Charqueadas" (436 - 27.11.19), "50 anos da Escola Municipal Pio XII em Charqueadas" (412 - 23.05.09), Rotatória na ERS 401 (394 - 14.11.17) e "OASIS em Porto Alegre: eu fui" (392 - 16.05.09). Das 80 mais lidas, que alcançaram 100 leituras ou mais, as postagens locais são 29, ou seja, 36%, mais de um terço.

Se eu quisesse investir com o Diário via Face, esse seria o caminho, mas não quero. Escrevendo para o Portal de Notícias artigos e crônicas duas vezes por semana, não tenho como priorizar uma produção específica para ele, visando um público fixo, tendo ainda as demandas profissionais e pessoais a cumprir. Sou um escritor semi-profissional, não vivo disso. A primeira coisa que publiquei no Diário foi Estoy Aqui, em 12.10.07. Era um texto onde eu dizia que depois de um ano e seis meses de Recanto, iniciava o Site do Escritor. 

Em segundo lugar, os "Áudios", onde desde setembro de 2010, há dez anos, não publico mais nada. Exatamente por esse tempo estou inativo na música, tocando só em casa, e parei de compor, exceto por uma coisinha ou outra, instrumental, tipo o chorinho "Tio Ivan: o Gaguinho". Aliás, comecei a publicar uns solos em vídeo no Face ano passado, durante a Copa América e, na quarentena, agora, fiz uns para os meus pais, "Tio Ivan" entre eles. Penso em comprar equipamentos de gravação e retomar isso, voltar a compor canções, que são a maioria das coisas que eu postei nos "Áudios".

Fusquinha Rosa Choque (28.12.07), com 2.087 audições, é a canção mais acessada.  Depois tem o instrumental Ré Maior (27.04.07), 499, que é o fundo musical de meu Site do Escritor no Recanto. Noites Frias (09.06.08), uma canção do meu saudoso amigo Dinanci Menezes, possui 470, e Forró Estilizado (25.08.07), do Grupo Voz Ativa, ícone local charqueadense dos anos 1980, tem 412. A primeira vez que postei algo foi em agosto de 2007, a canção Inverno, do guitarrista e compositor charqueadense André Miller. No total foram 83 áudios com 13.885 audições, uma média de 167 acessos por publicação.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 25/04/2020 às 23h45
 
25/04/2020 00h53
O que o Afre diria numa hora dessas?

Pois o Guto (foto acima) falando comigo, ontem pela manhã pelo messenger do Face, um momento disse-me: O que o Afre diria numa hora dessas? Ele se referia ao momento politico nacional e a pandemia. O ministro da Justiça, Sérgio Moro, nem havia ainda dado a entrevista coletiva anunciando sua demissão.

Pela noite, depois de assistir o pronunciamento do presidente Bolsonaro no Portal, lembrei o que tinha falado com o Guto. E lembrei que o Afre fazia aniversário dia 24. Então fui no Face da Aline, filha dele, e havia uma postagem lá, e comentei. Só que o níver dele não era ontem, mas 24 de maio, e eu me confundi com a postagem que, justamente, ela havia feito nesse dia, colocando uma foto dos dois juntos. Depois me dei conta de que era 24 de maio e retirei o comentário, e disse para ela essas coisas.

Vejam, eu, o Guto e a Aline, três das pessoas mais próximas a ela, pensarmos no Afre no mesmo dia e nos contatarmos. Acho que era um pouco, toda essa "coincidência", uma resposta à pergunta que o Guto fizera pela manhã, talvez uma resposta antes mesmo dele e por isso mesmo ele havia perguntado. E tudo teve a ver com o dia especial que foi ontem, claro. Um dia único para o Brasil num momento único em que o nosso país e o mundo atravessam, com essa pandemia. O que quis dizer? Ou mostrar?

Um amigo especial, muito especial.


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 25/04/2020 às 00h53
 
24/04/2020 20h40
Profundamente lamentável e surreal

Dia triste para o Brasil e seu povo. As pessoas morrendo e o Governo Federal preocupado com suas questões internas. Acabo de assistir o pronunciamento do Presidente da República falando da saída do ministro da Justiça. Uma pessoa dessas só pode mesmo trarar a pandemia como está tratando, pois num momento grave desses, mostra que ela não está em sua cabeça como preocupação fundamental. Só deve pensar no seu poder e, por isso, quer a prioridade da economia, do lucro dos grandes, em detrimento da vida dos pequenos. Deus nos proteja, pois o nosso governo não está priorizando isso. Que momento surreal, grotesco e infeliz estamos vivendo. Não bastasse nossos dramas pessoais pela sobrevivência no dia a dia, e também isso. Só a fé, a ciência e o isolamento social ajudarão o povo nesse momento. 


Publicado por João Adolfo Guerreiro em 24/04/2020 às 20h40



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